Tão efêmera… Tão pequenininha…


Nossa existência, em relação à eternidade, é um grão apenas.

Mais que isso, é um vapor, uma fumaça que se esvai.

E ainda ficamos ligados às pequenas questões, às efêmeras intrigas, às brigas pelo poder como se fôssemos crianças mal criadas que insistem em comer doces antes do almoço.

Vê quanto a Terra é pequena?

Deste ponto de vista Júpter é imensamente maior.

“Não estamos preparados”, esta é a frase mais forte do filme “Esfera“.

Se estivermos então do ponto de vista do Sol, Júpter é muito pequenininho e a Terra… Dá pra ver?

Se nosso referencial for Anturus, no Universo, Júpter é do tamanho de cerca de um pixel: “um pixel é o menor ponto que forma uma imagem digital, sendo que o conjunto de milhares de pixels formam a imagem inteira.” Daí a Terra nem pode ser vista. É muito pequenininha mesmo!

Sem contar com as estrelas.

Antares… Carina… Aldebarã… Tão pequeninas daqui, não é?
Infinitamente grandes do nosso ponto de vista. Meros mortais é o que somos!
Não dá para não falar do Criador…


Não dá pra ficar presa em meu mundinho sendo afetada pelos males de meu tempo histórico tão finito, tão pequeno, quase banal.

Plutão agora nem é mais considerado planeta…

“Tudo muda o tempo todo no mundo”.

Não somos nada. Nada temos.

Nada sabemos. Não somos ninguém.

Não temos razões. Não temos poder.

Nossa visão é míope.

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